E a intenção, qual é?

10/Agosto/2009

Nunca tinha assistido à Fazenda, da Record. Mas, pela eliminação de hoje, ficou claro que as coisas no reality rural são tão malucas quanto nos programas globais.

Dado e Dani Carlos ficaram e a Daniele Souza (Samambaia) foi eliminada. A diferença fica por conta do discurso final, proferido pelos famigerados apresentadores.

Meio à lá Biau, com direito a sermão, foi menos pior (isso existe?) e sem tanta filosofia de botequim.

P.S.: site do Terra dedicado ao programa não entra e o Twitter com problemas. Pelo jeito, o programa tá fazendo sucesso.

Choro canino

3/Agosto/2009

O que leva um caozinho, por mais enjoado que seja, a chorar sem cessar e sem ninguem dar a minima pelota? So sei de uma coisa, quando a gente tem um em casa liga menos para o incomodo. Tem mais pena que raiva. Mas paciencia tem limite.

Postando do blog!

2/Outubro/2008

Olá galera!

Esse post saiu diretamente do iphone 3G que estou testando.
Até agora, tudo mil maravilhas. Fora a bateria, que não agüenta tão bem o uso de tantos recursos.

Veja mais na proxima terça, no Informatica, do Correio.

Vício melhorando

22/Setembro/2008


Sou fã da diversão online do Hattrick. E ela acaba de ficar um pouco melhor. O site, que é uma mistura de jogo e comunidade para se gerenciar times e disputar campeonatos, tem, até hoje, um layout básico, mas funcional. Bem à lá Orkut dos primeiros dias.

Mas aos poucos novos atalhos ganham um funcionamento mais intuitivo.  Caso dos amistosos. Nas hora de se marcar duelos extra-campeonato, era preciso entrar em mil links para conferir os detalhes, como o tamanho do estádio do adversário. Agora, essas informações ficam escondidas logo na página de entrada do outro time. E são mostradas quando se clica na opção para efetuar o desafio.

Ponto para o Hattrick, que já prepara uma reforma total de layout. E, pelo já disponibilizado no site, a mexidapareceu boa.

Homenagem

13/Agosto/2008

Para Márcia

Samba da pergunta

(Pingarilho - Marcos Vasconcelos)

Ela agora mora só no pensamento
Ou então no firmamento
Em tudo que no céu viaja

Pode ser um astronauta
Ou ainda um passarinho
Ou virou um pé de vento
Pipa de papel de seda
Ou quem sabe um balãozinho
Ou está num asteróide
Pode ser a estrela d’alva
Que daqui se olha
Pode estar morando em Marte
Nunca mais se soube dela
Desapareceu…

Pode ser um astronauta
Ou ainda um passarinho
Ou virou um pé de vento
Pipa de papel de seda
Ou quem sabe um balãozinho
Ou está num asteróide
Pode ser a estrela d’alva
Que daqui se olha
Pode estar morando em Marte
Nunca mais se soube dela
Desapareceu…

Desapareceu…

Pato aqui, Pato acolá

10/Agosto/2008

Com milhões de esportes acontecendo simutâneamente, fica difícil, principalmente para alguém com eu, que só acompanha o Brasileirão mesmo, saber o que é bom, insitado, esperado ou não. Então, mesmo acompanhando bastante coisa, fico surpreso é com a seleção brasileira e masculina de futebol (da feminina sei pouco também, então tudo é muito bom, tudo está muito bem).

Adepto do movimento “Dunga, por que no te demites?”, estou gostando de ver a vontade dos jogadores que estão na China. É bonito ver Ronaldinho tentando o drible impossível, o passe inexperado e a jogada inesquecível. Ainda bem que ele sai com dois gols da segunda partida do Brasil no torneio. Mesmo quando o cara não jogava nada, eu o queria no meu time.

Pato aqui

Aliás, o Ronaldinho é titular no Vasco, meu time, com as duas pernas quebradas e fora de forma. E o Pato, então. Muito bom vê-lo chamando os neozelandeses para dançar, depois de fazer o seu mostrando objetividade e a qualidade de um bom centro-avante. Mau para o Sóbis. Ele marcou o quinto do Brasil, mas não é capaz de oferecer metade do espetáculo que o Pato pode apresentar.

Pato acolá

Para os que entendem mais dos outros 99% dos esportes, diferente de mim, o assunto do domingo, dia dos pais, é a desclassificação precoce do João Derly, que brigava por medalha no judô, na categora abaixo dos 66kg. O cara vinha de dois títulos mundiais e perdeu na segunda luta para um zé mané. Para ser mais exato, para um José Manoel, já que o algoz do brasileiro é português (Pedro Dias).

O destaque principal na eliminação fica para o carinho, até excessivo, do narrador da Sportv. Chamou o atleta de Joãozinho, elogiou o rosto de Derly e, depois da desclassificação, e de um silêncio estarrecido do profissional, choramingou, colocando a culpa do ocorrido numa tal “injustiça do esporte”. Tá quase  o Galvão em derrota da seleção, justificando o injustificável com o já famoso: não existe mais bobo no futebol mundial.

E já que voltei ao futebol, e que citei profissionais de TV, não dá para não comentar a habilidade do Paulo Vinicius Coelho. O comentarista da ESPN é o único de sua espécie na televisão brasileira. Depois da substituição de Rafinha por Ilsinho na lateral direita, PVC analisou corretamente que o jogador que entrou, por estar jogando no meio em seu clube, na Ucrânia, sempre corta para o meio, diferente do que devia fazer, levar ao fundo.

Outro nível, não? Se fosse qualquer outro da Globo, Band ou Sportv, ia estar lambendo os jogadores brasileiros sem fazer qualquer tipo de análise. Dá-lhe PVC!

Para quem não sabe: recebi a missão de cobrir (mesmo distante) os Jogos de Pequim para o Correio Braziliense – jornal de Brasília, BR.

Punhal de luz

8/Agosto/2008

Nunca ninguém sabe no que as coisas vão dar. Promoções no trabalho podem levar a chefes impossíveis e ao que eles podem trazer para nossas vidas. Uma bela bicicleta nova pode nos deixar diante de um trombadinha de olho nela ou acabar conosco no chão. E nos dar um joelho ralado. Nunca se sabe onde as coisas vão dar.

Antes, estive perto de tudo. Tinha alguns bons planos. E poucos bons amigos faziam parte dele. Mas, num instante, tudo se mostrou uma péssima idéia. Os tapinhas nas costas se transformaram em dedos nos olhos e chutes no saco. Para não falar nas facadas nas costas. Aí, de repente, aquela escada escura, de todas as noites, passou a ser sombria. Soturna.

Alguns passos em seus degraus se tornaram, em oposição aos rápidos e alegres de antes, morosos e cansativos. Tudo o que vinha de lá virou monstruoso. O telefone, quando tocava, parecia um chicote que deixava marca em todo corpo. Marcas da vergonha que se é investir tudo em uma grande idéia boba. As visitas buscavam em uma bandeja, sem mais cerimônias, meu sangue e cabeça.

E o cansaço já oferecia aos de fora o que vinham buscar. Mas a gente ainda não sabe no que as coisas dão. Não depende dela, de mim ou do leitor. Ninguém pode adivinhar. Tudo o que se pode fazer é voltar a acreditar e deixar que as coisas aconteçam. Os que economizam, os que gastam, os que fumam, os que correm, os que tropeçam, os que apunhalam… Todos estão fadados a se deixar levar pelos acontecimentos.

E eu também.